1 - Levantamento dos dados pessoais identificando a sua natureza
2 - Análise da forma de recolha de dados e da legitimidade para o seu tratamento
3 - Identificação  das formas de tratamento e a observância dos princípios de tratamento de dados
4 - Verificação dos “arco rights” dos titulares dos dados
5 - Identificação das medidas técnicas que garantem a segurança e confidencialidade dos dados
6 - Análise de documentação relacionada com notificações ou autorizações da CNPD
7 - Relatório de compliance
8 - Proposta de medidas correctivas/preventuvas  a implementar  
Dados sensíveis

Dados financeiros, dados de saúde, dados relativos à orientação sexual, às convicções políticas, filosóficos, são considerados dados sensíveis.

Quanto mais sensíveis forem os dados, mais o seu tratamento é susceptível de constituir riscos para a vida privada, por isso as obrigações de quem procede ao tratamento são reforçadas.

Antes de qualquer tratamento destes dados é sempre necessário um pedido de autorização à CNPD.

Outsourcing
Muitas vezes as empresas contratam com terceiros o tratamento dos dados, por outro lado recorrem a serviços tais como cloud computing ou ao alojamento de dados...

Embora os subcontratados não sejam os responsáveis pelo tratamento de dados estão sujeitos ao cumprimento de deveres e obrigações.
Trabalhadores
Os dados dos trabalhadores são dados pessoais que são objecto tratamento pelas entidades patronais. Dentro destes dados podem encontrar-se dados sensíveis, como os dados de saúde que resultam da medicina do trabalho.

 O local de trabalho pode ter instaladas câmaras de videovigilância, os carros de serviço dos trabalhadores podem ter instalados sistemas de Geolocalização, os trabalhadores podem usar meios informáticos do empregador, todos estes aspectos são regulados pela Lei de Protecção de Dados, da qual resulta um conjunto de obrigações para a entidades patronal.
Transferência de Dados
Se a transferência de dados pessoais dentro da Europa não acarreta problemas de maior, quando as transferências ultrapassam as fronteiras europeias as dificuldades aumentam, carecendo sempre de autorização da CNPD
Videovigilância
A videovigilância implica uma intromissão na vida privada, antes de proceder à instalação de câmaras de videovigilância, sabe que tem que notificar a CNPD? Sabe que tem que informar o público e mesmo os seus empregados da sua existência e da sua localização?
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